Pesquisa anima lulistas

Se o levantamento da Quaest, registrado na Justiça Eleitoral sob o protocolo BR-08729/2026 e divulgado nesta quarta (14), acendeu um alerta na campanha de Flávio Bolsonaro (PL), a pesquisa foi bastante celebrada por aliados e apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Além dos números da intenção de voto estimulada, dois dados chamam a atenção: a rejeição de Flávio supera a de Lula. Enquanto o senador registra 54%, o presidente alcança 53%. Já entre os eleitores que votaram em branco ou nulo, ou se abstiveram no primeiro turno, 43% escolhem o petista, enquanto 38% optam pelo representante do bolsonarismo.
O levantamento é uma injeção de ânimo para os lulistas, que intensificaram as mobilizações para conquistar votos nas ruas e nas redes sociais. Os debates da Band e da Globo também podem influenciar os eleitores indecisos e se tornar momentos decisivos na disputa.
Para o campo governista, o desafio agora é transformar o cenário favorável apontado pela pesquisa em votos nas urnas. A rejeição elevada de Flávio pode representar uma oportunidade para Lula derrotar seu adversário no dia 25 de outubro.
Ausência – Após mudar de ideia em relação à proposta que acaba com a escala 6×1, o senador Flávio Bolsonaro (PL) faltou à votação da PEC que reduz a jornada de trabalho. A ausência do parlamentar é um prato cheio para seus adversários políticos, que podem explorar a contradição entre posicionamento e atitude.
Atrasado – A Executiva Nacional do PDT convocou convenção para o próximo dia 27 de outubro, a fim de tratar da possibilidade de formar uma federação ou participar de uma fusão com outra legenda. Oportunidades não faltaram para o presidente da sigla, Carlos Lupi, avançar com a ideia no período pré-eleitoral, mas o cacique sempre resistiu à proposta.
Prejuízo – A mudança de postura de Carlos Lupi se deve ao resultado do PDT nas urnas e ao fato de o partido ter ficado abaixo da cláusula de barreira. A legenda elegeu apenas seis deputados federais: dois pelo Amapá e um pela Bahia, pelo Maranhão, pelo Rio de Janeiro e pelo Rio Grande do Sul.
Campanha – Presente no almoço oferecido pela governadora Raquel Lyra (PSD) aos aliados, o deputado estadual Joãozinho Tenório (PSD) intensificou as articulações com os demais parlamentares em busca de votos para a eleição à presidência da Alepe, marcada para fevereiro do próximo ano. A abordagem foi acompanhada de bom humor.
Concorrência – Ainda no almoço promovido pela governadora Raquel Lyra (PSD), Túlio Gadêlha (PSD) e Gilson Machado (Podemos) aproveitaram a ocasião para abordar os prefeitos presentes e buscar conquistar votos para Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), respectivamente. Houve distribuição de adesivos no local.
Fonte : Blog Cenário.



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