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O tom da condução de Carlos Neves à frente do TCE

  • Brito
  • há 2 dias
  • 1 min de leitura

O presidente recém-empossado do Tribunal de Contas de Pernambuco, Carlos Neves, começa sua gestão deixando um recado claro: o tribunal não será palco de disputa política, especialmente em um ano eleitoral completo. A fala não soa como enfrentamento, mas como sinalização de método. Neves indica que pretende olhar para dentro da instituição e conduzir os trabalhos com neutralidade, apostando numa atuação técnica e sem ruídos desnecessários.


Ao afirmar que “não vai admitir o uso político do tribunal”, o novo presidente antecipa o clima de pressão que tradicionalmente acompanha o calendário das urnas. A estratégia parece simples: manter a caneta firme, mas distante do jogo eleitoral. Em um ambiente em que o tribunal ora é cobrado por mais rigor, ora acusado de excessos, Neves resume bem a posição desconfortável do órgão ao dizer que “quem é pedra nos acha fraco, e quem é vidraça nos acha forte”.


O recado tem peso institucional e ajuda a reafirmar a neutralidade do TCE num período em que cada decisão tende a ser lida sob a lente política. Ao mesmo tempo, as primeiras falas já desenham o perfil de Carlos Neves à frente da Corte: firme na defesa da independência do tribunal, mas transparente ao expor como pretende conduzir a gestão em um ano eleitoral inteiro.


Fonte: Blog Fala PE.

 
 
 

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Brito

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