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A chapa de João

  • Brito
  • há 7 minutos
  • 3 min de leitura

Pelo menos o que se diz nos bastidores da política é que o prefeito João Campos (PSB) pretende fechar a chapa de oposição até o carnaval. Ou seja: até no máximo dia 12 de fevereiro quando confirmaria sua pré-candidatura e também do vice e dos dois senadores da chapa. Que ir para a folia já com a chapa pronta e na rua.


No entanto, a construção não será algo tão fácil assim. A essa altura do campeonato, creio, que o prefeito João Campos já tem a confirmação do PT nacional de que o apoio em Pernambuco será para ele. Ou seja, não vai ter nenhuma surpresa do partido migrar para a base da governadora Raquel Lyra (PSD) como quer hoje a maioria da legenda em nível estadual. Também deve ter a garantia de que qualquer decisão de apoio do PSD a Lula não vá mexer no tabuleiro por aqui lá pra frente. Logo, levando em consideração tudo isso, podemos dizer ao certo que teremos Humberto Costa em uma das vagas.


A segunda vaga é sem dúvida alguma a grande dor de cabeça de João, porque estão de olho o ministro Silvio Costa Filho que tem a preferência também do presidente Lula, a ex-deputada federal Marília Arraes, e o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho. Dos três, sem dúvida alguma o que mais tem chances hoje é o ministro Silvio Costa Filho. Miguel não tem a garantia da federação União Progressista, a não ser que mude de partido (o que ele não demonstra querer fazer) e Marília Arraes que apesar de ter um recall na liderança das pesquisas, ela não encaixa no perfil da segunda vaga que seria um nome de centro.


Logo, se fosse arriscar um palpite hoje arriscaria a chapa com Humberto Costa e Silvio Costa Filho.


Sem garantia

O ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, não pode dar garantias ao prefeito João Campos de que a federação União Progressista vai mesmo caminhar ao lado do socialista. Além disso, o nome de Miguel não é bem visto pelos petistas pela sua forte ligação com o bolsonarismo entre os anos de 2019 a 2022.


Preço

Para João Campos confirmar o nome de Miguel precisaria bancar o nome por sua própria conta, o que não seria muito bom neste momento. Até mesmo para a vaga de vice, Miguel sofreria resistência justamente da ala progressista que apoia o prefeito.


Já sabe

Marília Arraes já sabe muito bem que seu nome já não é considerado para o Senado. Até mesmo o PRD já cogita lançar Luciano Bivar para a primeira suplência de Humberto ou de Silvio Costa.


Defesa

O deputado estadual João Paulo (PT) é um dos defensores da tese de que o presidente Lula tenha palanque duplo em Pernambuco. Ou seja, o apoio tanto da governadora Raquel Lyra (PSD) quanto do prefeito João Campos (PSB). Esse cenário seria bastante confortável para o PT já que Lula teria dois candidatos pedindo votos para ele. No entanto, seria extremamente desconfortável para o PSB e para João Campos que querem o apoio exclusivo.


Sem união

De acordo ainda com João Paulo, o PT não vai unido na eleição estadual seja pra que lado for tendo em vista que hoje na legenda existam dois grupos: um que defende o apoio a João e o outro que defende o apoio a governadora Raquel Lyra.

 

Fonte : Blog do Silvinho.

 
 
 

Brito

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