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Miguel Coelho propõe “dobradinha” com Eduardo da Fonte para o Senado na chapa de Raquel

Brito
27 de mar.
2 min de leitura

O ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho. Foto: Júlio Gomes/LeiaJá


Após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) oficializar, nesta quinta-feira (26), a criação da federação União Progressista, o ex-prefeito de Petrolina e pré-candidato ao Senado, Miguel Coelho (União), destacou, em entrevista ao LeiaJá, que a aliança entre União Brasil e PP fortalece o grupo da governadora Raquel Lyra (PSD) e abre caminho para que ele e o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) disputem as duas vagas ao Senado na mesma chapa, garantindo protagonismo político e a maior bancada legislativa de Pernambuco.


Para Miguel, a decisão judicial consolida a estratégia montada nos bastidores. O ex-prefeito afirmou que “a homologação dá mais tranquilidade e confirma as articulações” e que isso permitirá “uma chapa robusta e competitiva, tanto para deputado federal, quanto para estadual”.


Foco na hegemonia legislativa

Otimista com o novo bloco, o político projeta que a união das legendas resultará no maior grupo político do estado após o pleito deste ano.

“Queremos ter ainda mais presença em todas as regiões de Pernambuco, ampliando o número de filiados e trazendo mais pessoas para participar da política. Tenho certeza que, agora com a Federação, vamos sair destas eleições com a maior bancada do Estado, tanto na Alepe quanto na Câmara Federal”, afirmou.

Alinhamento com Eduardo da Fonte

Um dos pontos centrais da entrevista foi a coexistência de dois nomes fortes para o Senado dentro do mesmo grupo. Miguel sinalizou que buscará o diálogo com o deputado federal Eduardo da Fonte (PP), que também pleiteia uma vaga na Câmara Alta, para que ambos componham a chapa majoritária da governadora Raquel Lyra (PSD).


O pré-candidato explicou que a federação preserva a identidade individual das siglas, o que facilitaria a acomodação de forças.


“Vamos conversar com o deputado Eduardo da Fonte e torço para que ele ocupe a outra vaga ao Senado, porque queremos uma Federação forte, com protagonismo político.


Entendo que seja perfeitamente possível termos os dois candidatos do mesmo bloco, porque a Federação não anula os partidos. Não é uma fusão. Continuamos a ser União Brasil e PP. Duas legendas importantes, com muitos quadros qualificados e potencial de servir a Pernambuco”, pontuou Miguel, reiterando sua convicção de que seu nome estará na disputa pelo Senado Federal.


Fonte : LeiaJa.

 
 
 

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