“Eu já cravei que minha posição é de apoiar João Campos”, diz Marília Arraes sobre disputa em 2026

O cenário político brasileiro segue em intensa movimentação com vistas às eleições de 2026, e as federações e fusões partidárias vêm ganhando espaço nas estratégias das legendas. E o Solidariedade está se articulando para viabilizar sua participação em uma federação.
Em entrevista ao programa Diálogo, da TV Nova, nesta quinta-feira (22), a vice-presidente nacional do Solidariedade Marília Arraes destacou a necessidade da sigla buscar alianças para garantir sua competitividade eleitoral e superar a cláusula de barreira. “Se você observar bem, todos os partidos que têm menos de 20 deputados federais têm uma necessidade de se federar ou de se fundir. E essa, acredito, será a tendência para essas siglas menores”, afirmou.
Segundo ela, as conversas têm avançado, e embora ainda não haja uma definição oficial, a formação de uma federação envolvendo o Solidariedade é dada como certa. “Quem tem prazo não tem pressa, já dizia Marco Maciel. Estamos conversando e avaliando uma federação que contemple a maior parte dos estados onde temos quadros importantes e competitivos”, reforçou.
A ex-deputada federal citou nomes estratégicos da legenda em diferentes regiões, como Valadares Filho em Sergipe, Reguffi no Distrito Federal, Eduardo Carneiro na Paraíba, Evaldo Gomes no Piauí e Otelino Neto no Maranhão — este último, inclusive, com influência no Senado Federal através da esposa, que ocupa a vaga deixada por Flávio Dino.
Entre as negociações mais frequentes, estão conversas com o PRD e também com os articuladores de uma possível fusão entre PSDB e Podemos. A vice-presidente nacional do Solidariedade comentou sobre o andamento dessas tratativas. “São as duas conversas que estão acontecendo com maior frequência, com o PRD e com essa possível fusão.
Agora é importante lembrar que a fusão demora um tempo para acontecer juridicamente. Por isso estamos com paciência, porque se houver a fusão, vai levar cerca de seis meses para se concretizar”, explicou.
Segundo ela, o recesso parlamentar em julho também é um fator que pode impactar o cronograma dessas definições. “Ninguém sabe se vai se fazer uma federação primeiro para depois haver a fusão. Existe uma ansiedade muito grande nos quadros de todos os partidos e a gente tem tentado dizer: calma, gente. Calma que vai dar certo. Vamos nos juntar com partidos que respeitem uns aos outros e a liberdade de posicionamento, até porque o Solidariedade tem um histórico de respeito pela liberdade interna de seus quadros”, afirmou.
O cenário político brasileiro segue em intensa movimentação com vistas às eleições de 2026, e as federações e fusões partidárias vêm ganhando espaço nas estratégias das legendas. E o Solidariedade está se articulando para viabilizar sua participação em uma federação.
Em entrevista ao programa Diálogo, da TV Nova, nesta quinta-feira (22), a vice-presidente nacional do Solidariedade Marília Arraes destacou a necessidade da sigla buscar alianças para garantir sua competitividade eleitoral e superar a cláusula de barreira. “Se você observar bem, todos os partidos que têm menos de 20 deputados federais têm uma necessidade de se federar ou de se fundir. E essa, acredito, será a tendência para essas siglas menores”, afirmou.
Segundo ela, as conversas têm avançado, e embora ainda não haja uma definição oficial, a formação de uma federação envolvendo o Solidariedade é dada como certa. “Quem tem prazo não tem pressa, já dizia Marco Maciel. Estamos conversando e avaliando uma federação que contemple a maior parte dos estados onde temos quadros importantes e competitivos”, reforçou.
A ex-deputada federal citou nomes estratégicos da legenda em diferentes regiões, como Valadares Filho em Sergipe, Reguffi no Distrito Federal, Eduardo Carneiro na Paraíba, Evaldo Gomes no Piauí e Otelino Neto no Maranhão — este último, inclusive, com influência no Senado Federal através da esposa, que ocupa a vaga deixada por Flávio Dino.
Entre as negociações mais frequentes, estão conversas com o PRD e também com os articuladores de uma possível fusão entre PSDB e Podemos. A vice-presidente nacional do Solidariedade comentou sobre o andamento dessas tratativas. “São as duas conversas que estão acontecendo com maior frequência, com o PRD e com essa possível fusão. Agora é importante lembrar que a fusão demora um tempo para acontecer juridicamente. Por isso estamos com paciência, porque se houver a fusão, vai levar cerca de seis meses para se concretizar”, explicou.
Segundo ela, o recesso parlamentar em julho também é um fator que pode impactar o cronograma dessas definições. “Ninguém sabe se vai se fazer uma federação primeiro para depois haver a fusão. Existe uma ansiedade muito grande nos quadros de todos os partidos e a gente tem tentado dizer: calma, gente. Calma que vai dar certo. Vamos nos juntar com partidos que respeitem uns aos outros e a liberdade de posicionamento, até porque o Solidariedade tem um histórico de respeito pela liberdade interna de seus quadros”, afirmou.
Fonte:Blog Ponto de Vista.



Comentários