Eduardo da Fonte se consolida como peça-chave no xadrez eleitoral de 2026 em Pernambuco

ESCRITO POR WELLINGTON RIBEIRO
O deputado federal Eduardo da Fonte (PP) desponta como um dos protagonistas da disputa política que se desenha para 2026 em Pernambuco. Líder em Pernambuco da futura federação que reunirá o Progressistas e o União Brasil, bloco que será formalizado neste mês de agosto e que concentrará o maior tempo de rádio e televisão no estado, o parlamentar terá papel decisivo na definição dos rumos da eleição que colocará frente a frente a governadora Raquel Lyra (PSD) e o prefeito do Recife, João Campos (PSB).
Com forte influência no Legislativo estadual, o grupo comandado por Eduardo da Fonte é hoje fundamental para garantir a governabilidade de Raquel Lyra, que enfrenta uma oposição robusta na Assembleia Legislativa. Esse capital político amplia ainda mais seu peso nas articulações para a escolha de palanques e alianças. Além disso, conta a favor do parlamentar sua ampla base de prefeitos e outras lideranças espalhadas nas mais diversas regiões do estados e a sua atuação junto à área da saúde, assunto caro aos pernambucanos.
Além de Eduardo da Fonte, a federação conta com nomes estratégicos como o ex-prefeito de Petrolina e pré-candidato ao Senado, Miguel Coelho (União Brasil), quadro de grande destaque, liderança e aliado de João Campos.
Em entrevista à Rádio Folha 96,7 FM nesta sexta-feira (8), Eduardo da Fonte reforçou que será a federação quem definirá seu posicionamento eleitoral:
“O tamanho da nossa federação em Pernambuco nos dá a legitimidade de escolher o palanque que estaremos. Não são os palanques que vão escolher o União Progressistas. É o União Progressistas que vai escolher os palanques que vai participar”, afirmou.
Há de se considerar que Eduardo da Fonte não apenas concentra capital político e estrutura partidária, mas também se posiciona como um articulador central capaz de influenciar diretamente o resultado da disputa eleitoral de 2026 em Pernambuco.
Com a declaração, Eduardo deixou em aberto o caminho que seguirá em 2026. Para um bom entendedor, tal posicionamento pode ser interpretado que ele não descarta até mesmo uma composição com João Campos, que lidera com ampla vantagem todas as pesquisas de intenção de voto. Caso esse cenário se concretize, significaria um verdadeiro xeque-mate para Raquel Lyra.
Fonte: Blog Ponto de Vista.



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