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Dani Portela rebate denúncia e diz que ‘não haverá ataque orquestrado’ que a tire do caminho

Brito
12 de ago. de 2025
2 min de leitura

Foto: Júlio Gomes/Arquivo LeiaJá


A deputada estadual Dani Portela (PSOL) reagiu, nessa segunda-feira (11), à denúncia recebida pelo Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE) sobre a contratação de uma suposta empresa fantasma para serviços de automatização de dados em seu gabinete. Em discurso no plenário da Assembleia Legislativa, a parlamentar negou irregularidades. Disse que não existe empresa fantasma vinculada ao seu mandato e classificou o caso como um ataque político à sua imagem.


A manifestação ocorre após o MPC-PE informar que, seguindo o trâmite previsto na Resolução nº 04/2023, instaurou uma Notícia de Fato para apurar os apontamentos feitos por e-mail no último domingo (10). O procedimento prevê análise da denúncia e, caso necessário, notificação dos envolvidos para apresentação de esclarecimentos.


“Não vou recuar diante de ataque à minha honra”

No plenário da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Dani Portela afirmou que a contratação questionada se refere a uma pessoa responsável pelo tratamento digital de dados em seu mandato e não a uma empresa fantasma. Ela disse não aceitar tentativas de descredibilizar seu trabalho.


“Não vou recuar diante de ataque à minha honra e minha imagem. Fantasma são esses perfis que estão sumindo e que faziam postagem colaborativa com a Empetur, com o governo do estado, reforçando a imagem da governadora e atacando adversários”, declarou.


A deputada argumentou ainda que a denúncia é uma forma de retaliação política. Dani é autora do pedido de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar supostas fraudes em publicidades institucionais do Governo de Pernambuco.


Em suas redes sociais, Dani compartilhou um trecho do discurso na Alepe e reforçou que não admite uso indevido de dinheiro público: “eu sou uma mulher de coragem. Sempre fui. Não haverá ataque orquestrado, fake news ou denunciação caluniosa que me tire do caminho para buscar o melhor para o povo de Pernambuco. Nunca admiti mal uso do dinheiro público. Para mim, ele é sagrado. No que depender de mim, a CPI irá acontecer e buscará a verdade sobre como o dinheiro público está sendo gasto. Nunca duvide da honestidade de uma mulher negra.”


Ligação com debate sobre CPI das publicidades

A parlamentar ressaltou que a iniciativa não é contra a governadora nem contra a publicidade, mas busca esclarecer possíveis irregularidades.


“A primeira mulher eleita governadora disse que faria diferente e esse ataque a mim é como um novelo que comecei a puxar. A CPI não é contra Raquel e não é contra a publicidade”, concluiu.


Fonte: LeiaJá.           

 
 
 

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Brito

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