Com Bolsonaro fora do jogo, direita conservadora busca novas alternativas para 2026

A denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, do PL, causou um verdadeiro alvoroço da cena política nacional na última semana. Para muitos, a iminente prisão de Bolsonaro, aliado ao desgaste que atravessa o governo do presidente Lula, do PT, seriam fatores determinantes para o surgimento de novas opções, novos nomes que possam representar, em especial a direita conservadora, na eleição presidencial do próximo ano.
Atualmente existem duas correntes de pensamento para a indicação de um nome que possa substituir Bolsonaro de forma competitiva na eleição de 26. Uma delas defende que o candidato tenha ‘obrigatoriamente’ o sobrenome Bolsonaro. Nesse campo os principais concorrentes seriam: a esposa do ex-presidente, Michele, ou um dos seus filhos, Flávio, o senador, ou Eduardo, o deputado. Para os defensores dessa linha de articulação, o sobrenome Bolsonaro é item indispensável para o sucesso do projeto eleitoral.
Há, entretanto, quem aposte suas fichas em uma ‘fuga’ do sobrenome Bolsonaro, mesmo que tal projeto tenha raízes e interesses bolsonaristas. Seguindo essa teoria, ganham força nomes como Ratinho Junior, governador do Paraná, Ronaldo Caiado, governador de Goiás, Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo e opções menos conservadoras, como o coach Pablo Marçal e até mesmo o cantor sertanejo Gustavo Lima.
Seja qual for a alternativa que prepondere ao final das articulações, já é possível sim, enxergar um horizonte eleitoral menos polarizado que em 2018 e principalmente em 2022, onde o país se dividiu entre duas paixões partidárias, deixando de lado, muitas vezes, o bom senso e a consciência política.
Saúde - Mesmo enfrentando um quadro clínico crítico e necessitando de terapia com oxigênio, o papa Francisco participou de missa em seu apartamento hospitalar na manhã deste domingo 23. O pontífice está internado no 10º andar do hospital, onde recebe cuidados médicos contínuos, informou o Vatican News.
Geraldo deu as caras - Após um longo período longe dos holofotes, o ex-prefeito do Recife, Geraldo Júlio, reapareceu no Baile Municipal da cidade. Acompanhado da esposa, Cristina Mello, ele esteve ao lado do atual prefeito, João Campos, e da deputada Tabata Amaral, namorada de Campos.
Eleições - A presença de Geraldo Júlio no evento levanta especulações: estaria ele se preparando para atuar como um reforço estratégico na possível candidatura de João Campos ao governo de Pernambuco em 2026? Nos bastidores, há quem diga que a movimentação não foi por acaso.
Se ligue - O Programa “Cidade em Foco” da Rede Pernambuco de Rádios, vai ao ar de segunda a sexta-feira das 11h às 12h. [O horário da programação pode variar em algumas emissoras]
Sucesso - A 59ª edição do Baile Municipal do Recife, realizada no último sábado (22) no Classic Hall, foi um sucesso retumbante, reunindo mais de 20 atrações e proporcionando sete horas ininterruptas de música. O evento homenageou Elba Ramalho e Marron Brasileiro, que, ao lado de artistas como Duda Beat, Luiz Caldas e Almério, encantaram o público com performances memoráveis. Além de celebrar a cultura pernambucana, a festa teve caráter solidário, destinando toda a renda da bilheteria para seis instituições beneficentes que atendem populações em situação de vulnerabilidade.
Visita - O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) visita Pernambuco nesta segunda-feira (24). A visita ocorre poucos dias após a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciá-lo por tentativa de golpe de Estado. No Recife, Bolsonaro será recepcionado por aliados políticos, incluindo o ex-ministro Gilson Machado, que tem desempenhado um papel central na organização da visita e na articulação política do ex-presidente no estado. Machado, que recentemente assumiu a presidência do PL no Recife com forte apoio de Bolsonaro, tem se destacado como uma liderança influente no cenário político pernambucano, especialmente entre os conservadores.
Fonte: Blog do Alberes Xavier.



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