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Anderson Ferreira afirma que o PL não será “guarda-chuva de palanque” nas eleições de 2026

  • Brito
  • há 4 minutos
  • 2 min de leitura

O presidente estadual do Partido Liberal em Pernambuco, Anderson Ferreira, afirmou que, este ano, a sigla não aceitará ser feita de “guarda-chuva de palanque”. Para o líder do diretório estadual do PL, o partido tem densidade o suficiente para não aceitar ser coadjuvante e sim protagonista de qualquer projeto político.

“Andando pelo estado de Pernambuco todo, conversando com várias lideranças políticas, vejo esse jogo de montagem de palanques para ver o que é que a gente pode compor e ajudar. Mas eu quero até dar um recado que a direita em Pernambuco não vai ser usada, né? Quem pensa que vai usar a direita para poder servir de guarda-chuva, não vai”, disse em entrevista á Rádio Folha 96,7.

Neste ano, a disputa pelo Senado Federal integra um dos principais eixos do projeto eleitoral do partido. “ Vamos ter sim candidatura ao Senado e dentro do estado de Pernambuco, se não houver espaço para dentro do compor uma chapa, a gente tem condições de sair independente, alinhado com a candidatura nacional.”

 

Segundo ele, o objetivo do PL é eleger o maior número possível de senadores para combater o que descreveu como “perseguição política no Supremo Tribunal Federal”. “O Partido Nacional quer aumentar o maior número de candidatos ao Senado para ajudar o futuro presidente, que será, não tenho dúvida nenhuma, presidente de direita no nosso país”.

O presidente destacou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), que deve vir como nome da direita após a prisão e impossibilidade de candidatura do ex-presidente Jair Bolsonaro e que não tem dúvidas que o eleitor deve protestar nas urnas contra a prisão do ex-mandatário.


Além disso, para 2026 o presidente do PL projeta eleger oito deputados estaduais, um crescimento em relação aos cinco eleitos na legislatura anterior. Já na bancada federal, a expectativa é que cinco liberais sejam eleitos.


Ainda sobre o nome que o partido deve seguir no caminho ao Palácio do Campo das Princesas, Anderson endossou que o eleitor de direta não vai tolerar falta de postura do candidato.

 

A disputa para o governo do estado que se constrói apresenta atualmente o possível candidato pelo PSB, o atual prefeito do Recife, João Campos (PSB) com o apoio declarado ao lado oposto do PL, ao presidente Lula (PT). Já a atual governadora Raquel Lyra (PSD), até o momento não fala sobre quem apoiará no pleito da presidência da República.

“O eleitor de direita vai querer essa postura e nós vamos sim dar nomes, buscando direcionamento para que a direita possa ser bem representada em Pernambuco”, afirmou.

Embora o partido finque nessa decisão, Anderson afirma que o PL não deve fechar a porta para nenhum tipo de interlocução, com tanto que a sigla tenha a devida representatividade dentro da chapa.

 

“A gente tem um cenário que pode compor uma chapa se o partido, o PL e a direita tiverem representatividade dentro dessa chapa. Então a gente indicaria o candidato ao governo que acomodaria e que iria compor essa chapa”, disse
Fonte : Blog da Folha de PE.

 
 
 

Brito

São Lourenço da Mata - PE

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