A disputa paralela entre João Campos e Raquel Lyra pela Alepe em 2026

Foto: Divulgação
A pouco mais de um ano para as eleições, Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) vêm lançando pré-candidatos à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para garantir uma bancada de apoio expressiva. Independente de quem vença o pleito ao Governo do Estado, é importante construir um núcleo conciso no legislativo para subsidiar os próximos passos políticos.A atual governadora sabe que um novo mandato com a minoria da casa certamente compromete seu projeto para o estado. O cientista político Alex Ribeiro encara a formação da bancada de deputados como essencial e reforça que sua concepção deve “existir antes mesmo da eleição para uma governança meio tranquila, pelo menos na teoria”.
“Um governador que pretende se candidatar a um cargo majoritário tem que fazer costuras e alianças com deputados que tentam a reeleição ou possíveis candidatos que vão conseguir sucesso no pleito”.
Nesse arranjo, apoiar um candidato a deputado pode reforçar a vitória eleitoral a partir de seus votos e, de quebra, pavimentar uma governabilidade com menos resistência para aprovar projetos e outros temas no legislativo.
Candidatos à vista
Desde o último mês, Raquel e João buscam consolidar seus blocos à medida que o cenário vai se afunilando. Ao lado do prefeito do Recife, Romerinho Jatobá (PSB), vereador mais votado da capital em 2024 e atual presidente da Câmara, se coloca como um nome de peso na disputa.
Outros possíveis candidatos ligados a João Campos podem surpreender nas urnas, caso de Gabriel Porto (PSDB), filho de Álvaro Porto, presidente da Alepe e protagonista da rixa com Raquel Lyra. Também há a expectativa em torno de Breno Araújo (PSB), marido da prefeita reeleita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT).
Fonte: LeiaJá.



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