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A direita avulsa

Brito
23 de jan.
2 min de leitura

Os dois nomes representantes do bolsonarismo em Pernambuco, Anderson Ferreira e Gilson Machado, ensaiam candidaturas avulsas ao Senado Federal. De um lado, pelo PL, o ex-prefeito de Jaboatão, Anderson Ferreira que também preside o partido em Pernambuco.


Gilson, que deixou a legenda na última quarta-feira, procura uma legenda que lhe dê a garantia de disputar o Senado ainda que de maneira avulsa, sem estar atrelado a uma candidatura ao Governo.


Como já dito aqui anteriormente e que todos sabem, nem Raquel Lyra e nem João Campos pensam em colocar no seu palanque uma candidatura que seja representante do bolsonarismo, ainda mais tendo que abrir espaço para o senador Flávio Bolsonaro.


Para que esse projeto de candidatura avulsa possa avançar é necessário um forte diálogo e que o nome seja levado até a convenção partidária. Tanto Gilson quanto Anderson estão de olho nos votos conservadores e bolsonaristas, de acordo com a conta de 2022 quando o ex-ministro obteve 1,3 milhão de votos. Dessa vez, o cenário pode ser outro, tendo em vista os últimos acontecimentos ao longo dos quatro anos.


Caso não consigam viabilizar uma candidatura ao Senado, nem Gilson e nem Anderson, a conta poderá ser refeita com uma saída lucrativa para ambos que seria uma candidatura à Câmara Federal. Tanto Anderson Ferreira quando Gilson Machado, podem se eleger, cada um em seu respectivo partido. Isso se o prejuízo não for tão grande como ainda não se imagina.


Garantia

Gilson Machado Neto, disse em suas redes sociais que em breve anunciará o seu destino partidário. Para que uma legenda possa levar "o passe" de Gilson, é necessário que lhe dê a garantia de que terá o espaço para disputar o Senado, ainda que seja de maneira avulsa. O Podemos está entrando fortemente nesta disputa.


Sem se atrelar

Uma candidatura ao Senado não precisa estar necessariamente atrelada a uma chapa de governador. No entanto, não é costume de Pernambuco eleger alguém que não esteja ligado a alguém


Nacionalização

Anderson Ferreira disse em recente entrevista que o pernambucano vem ultimamente atrelando o voto do senador ao presidente. Citou como exemplo Teresa Leitão que foi eleita em 2022 e o próprio Gilson Machado que ficou em segundo lugar com mais de um milhão de votos. Os dois, foram embalados pela votação dos candidatos a presidente.


Quase lá

O voto de direita quase fez toda a diferença na eleição do Senado em 2018, quando por muito pouco, Mendonça Filho não foi eleito no lugar de Jarbas Vasconcelos. A diferença foi de pouco mais de 128 mil votos de um para o outro.


Convite

Durante anúncio da programação do carnaval de 2026, o prefeito João Campos disse que fez o convite para o presidente Lula prestigiar o carnaval recifense. A possibilidade de presença do petista foi anunciada na semana passada pelo ministro Silvio Costa Filho.


Fonte: Blog do Silvinho.

 
 
 

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Brito

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