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Álvaro e Gabriel Porto demonstram grande força política e impulsionam pré-campanha de João

  • Brito
  • há 11 horas
  • 2 min de leitura

O grande evento realizado em Canhotinho, no Agreste Meridional, nesse domingo, pelo presidente da Assembleia Legislativa, Álvaro Porto, pode ser traduzido em um demonstração de força política estadual. O deputado lançou as pré-candidaturas dele à reeleição, do filho, o médico Gabriel Porto, à Câmara Federal, e do ex-prefeito João Campos a governador na região, reunindo um exército de prefeitos, deputados, vereadores e lideranças de todo Pernambuco.


O ato impulsionou a caminhada de João Campos ao Palácio do Campo das Princesas não só no agreste, mas em todo estado, devido à capilaridade e a musculatura do grupo Porto, que está espalhado em cidades importantes, do litoral ao sertão.


Esse prestígio político acabou por animar ainda mais João, que encontrou no Agreste um palanque robusto e uma militância engajada. O encontro sinalizou que a aliança está coesa e pronta para enfrentar os desafios das urnas com um apoio capilarizado.


Diante do cenário apresentado, Álvaro Porto desponta naturalmente como um dos nomes mais fortes para figurar entre os deputados estaduais mais votados de Pernambuco, reflexo de sua gestão na presidência da Casa e de sua base fiel. Paralelamente, Gabriel Porto vem pavimentando com segurança o caminho para a Câmara dos Deputados, ocupando espaços estratégicos e herdando o capital político de um grupo que provou ter fôlego de sobra para a disputa que se aproxima.


Federal – Por iniciativa da governadora Raquel Lyra e do deputado estadual Romero Sales Filho, o ex-candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Danilo Simões, decidiu disputar a Câmara dos Deputados pelo PSD. A decisão potencializa os votos de Raquel e Romero no Pajeú e deixa Danilo fortalecido para disputar a prefeitura em 2028.


Alerta vermelho – O Datafolha trouxe números extremamente preocupantes ao Palácio do Planalto. Além de no primeiro turno Lula ter 39% e Flávio Bolsonaro 35%, na simulação de segundo turno, Flávio já aparece numericamente à frente com 46% das intenções de voto contra 45% de Lula. Os números acenderam o alerta vermelho na equipe de Lula.


Desistência – A desistência de tentar o quarto mandato começa a sair do terreno das especulações para ser algo factível. Uma eventual derrota de Lula para Flávio Bolsonaro teria efeito devastador para o futuro do PT. A desistência, ainda que não reverta o quadro, evita que o legado de Lula seja manchado por uma derrota para o filho de Jair Bolsonaro.


Inocente quer saber – Se Lula desistir de tentar a reeleição, quem o PT lançaria para

enfrentar Flávio Bolsonaro?


Fonte : Blog do Edmar Lyra.

 
 
 

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Brito

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