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União Brasil alega que postulação de Miguel Coelho ao Senado é legítima e madura

  • Brito
  • há 4 horas
  • 2 min de leitura

A declaração do ex-prefeito de Petrolina e pré-candidato ao Senado, Miguel Coelho (União Brasil), no último sábado (30), de que existe a possibilidade de ele concorrer em uma candidatura avulsa à Casa Alta recebeu apoio do diretório estadual do União Brasil. Em nota à imprensa, o diretório alega que a postulação é legítima. E avalia que a possível decisão está prevista no estatuto da Federação União Progressista.


Coelho manifestou anteriormente que, caso não haja um consenso entre a federação sobre o nome que concorrerá a uma vaga na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD), o grupo apresenta peso para lançar dois candidatos à Casa Alta. O posicionamento não foi bem recebido por parlamentares filiados ao Partido Progressistas, que sustentam o nome do deputado federal e presidente estadual da federação, Eduardo da Fonte (PP), como candidato ao Senado na chapa da gestora.


De acordo com a representação do União Brasil em Pernambuco, a pré-candidatura de Miguel Coelho ao Senado não se trata de movimento isolado ou de divergência. “Trata-se do direito de um partido federado pleitear espaço compatível com o tamanho e a representatividade que a federação reúne em Pernambuco”, reforçou a legenda na nota.


Em resposta ao argumento de parlamentares do PP sobre o União Brasil ter um tamanho menor dentro da federação, o diretório estadual afirmou que “esse direito não se mede pela maior ou menor bancada de qualquer das legendas que a integram, e sim pela construção conjunta e equilibrada das decisões”.


Ainda segundo a nota, o estatuto da federação define que, caso exista um entendimento da União Progressista sobre a indicação de dois nomes ao Senado, essa postulação pode ser apresentada de forma própria e independente.


Confira a nota do União Brasil na íntegra:

O União Brasil em Pernambuco reafirma que sua atuação se dá integralmente dentro das instâncias da Federação União Progressista e em estrito respeito ao seu estatuto, regularmente deferido pelo Tribunal Superior Eleitoral.


A postulação de Miguel Coelho ao Senado é legítima, madura e construída com responsabilidade. Não se trata de movimento isolado nem de divergência: trata-se do direito de um partido federado pleitear espaço compatível com o tamanho e a representatividade que a Federação reúne em Pernambuco. Esse direito não se mede pela maior ou menor bancada de qualquer das legendas que a integram, e sim pela construção conjunta e equilibrada das decisões.


O estatuto, aliás, é claro: havendo entendimento da Federação pela indicação de dois nomes ao Senado, essa postulação pode ser apresentada de forma própria e independente, inclusive sem coligação com outras legendas, cabendo às instâncias federativas, e em última análise à Direção Nacional, a deliberação sobre as candidaturas majoritárias.


O União Brasil mantém seu compromisso com a candidatura à reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD) e com a unidade da base, convicto de que ela se constrói pelo diálogo e pelo respeito mútuo, jamais pela imposição.


Fonte : Blog da Folha de PE.

 
 
 

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Brito

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