Tarcísio, o herdeiro político de Bolsonaro

Desde quando venceu a disputa pelo Governo do Estado de São Paulo contra Fernando Haddad (PT), Tarcísio de Freitas (Republicanos) é visto - dentro da impossibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disputar a presidência em 2026 -, como o candidato natural da direita.
Um novo levantamento do Paraná Pesquisa, encomendado pelo PL, partido de Bolsonaro, confirma que o governador de São Paulo teria um bom desempenho contra o presidente Lula, mas ainda ficaria cinco pontos atrás do líder petista. A pesquisa identificou que a primeira-dama Michelle Bolsonaro é quem - até o momento - conseguiria uma disputa, digamos, "mais nivelada", já que ela aparece empatada tecnicamente com Lula num eventual segundo turno.
Mesmo assim, a avaliação do PL é que 2026 ainda está distante e que Tarcísio - à frente do maior estado do País -, seria o melhor nome para disputar contra o atual presidente da República, que deve tentar a reeleição.
A fé em Tarcísio também se dá pelo fato do governador manter uma gestão bem avaliada. Em março deste ano, segundo pesquisa Datafolha, Tarcísio era avaliado como ótimo ou bom por 33% dos moradores da cidade de São Paulo. Outra parcela de 37% avaliava como regular e apenas 26% como ruim. Na ocasião, Lula tinha uma reprovação maior, com 34% da população paulista apontando a gestão petista como ruim ou péssima.
Advindo do Ministério da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas tem apostado na imagem de político técnico e moderado; foi assim que ele conquistou o eleitorado em São Paulo - principalmente aqueles que não estavam nos extremos bolsonaristas e lulistas.
Tarcísio sabe que o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro é importante para conseguir viabilizar uma possível candidatura em 2026, e tem se colocado sempre à disposição do líder da direita brasileira. No entanto, ele também sabe que só os votos bolsonaristas não conseguirão elegê-lo presidente do Brasil. Por isso, tem mostrado serviço e se dividido para atender as principais demandas dos paulistas, o que se espera de um gestor - independente da bandeira partidária.
Juntos e misturados - Fidelidade, companheirismo e lealdade política. Esses são atributos que acompanham o pernambucano Gilson Machado Neto em sua relação com o ex-presidente Jair Bolsonaro. Gilson tem participado de todos os atos pelo Brasil em apoio ao ex-presidente e em defesa da liberdade e da democracia.
Vai fazer o rapa - O prefeito de Riacho das Almas, Dioclécio Filho, vê com otimismo os preparativos do seu grupo político para a disputa por vagas no Legislativo local na eleição do próximo mês de outubro. Segundo ele, o seu grupo estará dividido entre dois partidos, o PT e o PSDB, devendo fazer sete, ou até oito, das onze vagas da Câmara.
Quem tem tempo, não tem pressa - Em entrevista ao programa ‘Cidade em Foco’ da Rede Pernambuco de Rádios o prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro, disse que ainda não há data prevista para o anúncio de quem será o seu candidato a vice-prefeito na eleição de outubro deste ano. “Temos tempo para isso, temos até o mês de agosto para anunciar, o nosso foco agora é o plano de governo, que será apresentado em breve ao povo de Caruaru”, disse.
Aproximação - A tumultuada votação da proposta do fim das ‘faixas salariais’, ocorrida nesta terça na ALEPE, acabou aproximando de uma vez por todas o PT da governadora Raquel Lyra. O partido segue a orientação do presidente Lula, que diante os movimentos audaciosos do PSB, leia-se, de João Campos, já articula uma aliança mais clara e contundente com a governadora do estado.
Paquinha é o cara - O PP já decidiu, já bateu o martelo e Paquinha, prefeito de Macaparana é sim, uma prioridade da legenda em Pernambuco. O deputado estadual Antônio Moraes e o ‘todo poderoso’ Eduardo da Fonte vêm em Paquinha um político competente, leal e comprometido com as pautas do partido.
Fonte : Blog do Alberes Xavier.



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