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Raquel Lyra passa a ter opções para a chapa

  • Brito
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Durante o ano passado, João Campos tinha em seu palanque nomes como Silvio Costa Filho, Marília Arraes, Humberto Costa e Miguel Coelho, todos andavam ao lado do socialista nas diversas andanças dele com a expectativa de disputar o Senado. Mas veio março e João Campos acabou formalizando sua chapa com Marília Arraes e Humberto Costa para o Senado e Carlos Costa como vice. Num movimento só contemplou três postulantes majoritários, fazendo com que Silvio Costa Filho optasse pela reeleição para a Câmara dos Deputados.


Miguel Coelho, por sua vez, migrou para o palanque de Raquel Lyra com o objetivo de continuar no Senado. A governadora, que não tinha nenhum nome para o Senado, oficializou Túlio Gadelha como pré-candidato do seu partido à Câmara Alta, deixando apenas uma vaga para a composição da chapa, considerando que Priscila Krause deverá ser mantida como vice-governadora.


Essa vaga tem três postulantes: Eduardo da Fonte (PP), Miguel Coelho (União Brasil) e Fernando Dueire (PSD). O caminho mais provável será entregar a vaga à federação, uma vez que o PSD já estaria contemplado com a própria Raquel, Priscila e Túlio. Mas a definição teria que ser dada pela União Progressista, que tem dois nomes extremamente competitivos e legitimados para o posto.


Nos bastidores, a governadora sinaliza que respeitará a escolha da federação, uma vez que os dois são aliados e performam bem nas pesquisas. Então caberá a Miguel Coelho e Eduardo da Fonte a decisão sobre quem representará o grupo na chapa majoritária governista.


Com prazo e sem pressa – A governadora tem um prazo para definir sua chapa: as convenções em julho. Não há, a priori, nenhum ganho para ela definir sua chapa agora. Portanto, quem especula que em maio a definição acontecerá, deverá errar no prognóstico.


Dúvida – Apesar de muita gente não cravar esta posição, acreditando que a governadora poderá não colocar Túlio Gadelha na chapa do Senado, é pouco provável que ela opte por outro nome. A avaliação é que Túlio cumpre um papel importante no diálogo com a centro-esquerda, que é maioria no estado, e por isso Raquel não optará por outro nome.


Tese – Uma tese defendida por integrantes do PP é a de que a federação fique com duas vagas na chapa da governadora. Na equação, a União Progressista indicaria Antonio Coelho para o cargo de vice-governador e Eduardo da Fonte para o Senado, contemplando os dois partidos e os dois grupos.


Dois federais – Se esta tese se concretizasse, a construção recairia sobre dois federais na família Coelho, com Fernando Filho tentando a reeleição e Miguel Coelho tentando a Câmara dos Deputados pela primeira vez. Para isso, Eduardo da Fonte teria que abrir bases para que o clã de Petrolina opte por esta solução.


Inocente quer saber – Quem tem a preferência de Raquel Lyra para disputar o Senado?


Fonte : Blog do Edmar Lyra.

 
 
 

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Brito

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