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Nome de ministro da CGU ganha força para ser novo indicado ao STF após rejeição de Messias

  • Brito
  • há 17 horas
  • 2 min de leitura

Após o Senado rejeitar Jorge Messias como ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalia indicar o atual ministro da CGU (Controladoria-Geral da União)Vinícius Marques de Carvalho, para a vaga.


O R7 apurou que o nome dele era cotado para o cargo desde a aposentadoria de Luís Roberto Barroso e havia sido sondado pelo presidente para assumir a indicação caso Messias desistisse.


Segundo relatos feitos à reportagem, o nome de Carvalho ganhou força com o revés de Messias. Uma ala do PT, contudo, defende que Lula avalie outras opções e indique uma mulher para o cargo.


Nascido em São Paulo (SP), Carvalho é graduado em direito pela USP (Universidade de São Paulo). Ele é ministro da CGU desde janeiro de 2023.


Carvalho presidiu o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) entre 2012 e 2016, durante o governo Dilma Rousseff.


Ele também foi secretário de Direito Econômico, conselheiro do Cade e chefe de gabinete da Secretaria Especial dos Direitos Humanos.


O ministro é doutor em direito comercial pela USP e em direito comparado pela Université de Paris 1 Pantheon-Sorbonne, onde foi professor-visitante.


Rejeição de Messias

Na última quarta-feira (29), o Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao STF, impondo uma derrota histórica ao presidente Lula. Essa foi a primeira vez em 132 anos que os senadores não aprovaram uma indicação do presidente da República para o Supremo.


Messias até foi aprovado após sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), mas acabou barrado durante a votação secreta no plenário do Senado, com 42 parlamentares contrários e 34 favoráveis.


A rejeição de Messias repercutiu internacionalmente. Jornais como o espanhol El País classificaram o resultado como uma “derrota histórica”, levantando dúvidas sobre a articulação entre o Planalto e o Congresso.


A agência Associated Press, por sua vez, que integra o The Washington Post e outros veículos de comunicação, chamou o episódio “sinal de fragilidade na popularidade do presidente” e um “golpe político” dos parlamentares.


Fonte : Brasília|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília.



 
 
 

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