Mobilidade: Região Metropolitana do Recife tem seis projetos de BRT, VLT e metrô para serem implantados com a iniciativa privada
- Brito
- há 1 dia
- 2 min de leitura

O Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU), concluído após dois anos de mapeamento pelo BNDES e pelo Ministério das Cidades, aponta um futuro de transformação do transporte público coletivo para a Região Metropolitana do Recife. Isso se vingar, é claro. O plano prevê a viabilização de seis projetos de transporte público de média e alta capacidade, que ampliariam a rede dos atuais 68 km para 150 km, focando em eixos que atendam às projeções de demanda das próximas três décadas.
Com um aporte estimado de até R$ 15 bilhões, a capital pernambucana integra um grupo de metrópoles com projetos prioritários prontos para serem estruturados em parceria com a iniciativa privada - numa configuração de 80% dos investimentos sendo públicos e 20% sendo dos operadores privados.
Dos seis projetos definidos para o Grande Recife, cinco podem vir a ser corredores de BRT elétrico ou de VLTs. Destacam-se corredores de grande extensão, como o sistema entre Igarassu e Joana Bezerra (35,4 km) e a ligação entre o Terminal Integrado de Abreu e Lima e Cajueiro Seco (30,6 km). O estudo também contempla intervenções na Avenida Norte e nos eixos Boa Viagem-Olinda e Centro (Santo Antônio)-São Lourenço, oferecendo flexibilidade técnica entre as tecnologias de BRT elétrico ou VLT.
O sexto projeto é a requalificação das linhas atuais do Metrô do Recife e dos trens urbanos a diesel, processo já dentro da concessão privada do sistema, que já está em andamento.
BENEFÍCIOS ESTRUTURAIS DOS PROJETOS PARA PERNAMBUCO

Os benefícios diretos do plano nacional para o passageiro são a redução do tempo de deslocamento e o aumento do acesso a áreas periféricas, facilitando o acesso a oportunidades de emprego e serviços. Com os corredores de transporte de alta capacidade, essa é a expectativa.
Fonte : JC.



Comentários