Miguel Coelho confortável no novo ambiente
- Brito
- há 2 horas
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Após o anúncio da aliança entre seu grupo político e a governadora Raquel Lyra (PSD), o pré-candidato ao Senado, Miguel Coelho, já cumpriu três agendas ao lado da chefe do Executivo estadual. Uma delas foi a posse de indicados do União Brasil em órgãos estaduais, sinalizando, na prática, a consolidação do acordo com o Palácio do Campo das Princesas.
Ontem (27), em Caruaru, terra natal de Raquel, o ex-prefeito de Petrolina discursou e assumiu uma postura combativa na defesa política e institucional da mais nova aliada. O tom adotado não deixou dúvidas de que Miguel embarcou de vez no campo governista e revela disposição para atuar como uma das vozes de sustentação do Governo de Pernambuco.
As movimentações de Miguel expressam que ele não está apenas adaptado, mas bem inserido no novo ambiente. A articulação além de indicar disposição para defender o governo e ocupar espaços estratégicos, pode fortalecer seu nome para a Casa Alta, ampliando seu protagonismo político junto à base governista.
Reorganização – Com a janela partidária em curso, o Podemos passou a contar com cinco deputados estaduais filiados à legenda. Exercendo seu primeiro mandato, mas com o passaporte rumo à reeleição, Luciano Duque deve reivindicar a liderança da bancada na Assembleia Legislativa de Pernambuco.
Parceria – O prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro (PSD), afirmou que até 2016 o município não possuía planejamento estruturado, operando com um “plano diretor arcaico”. Segundo ele, a partir de 2017, ao lado de Raquel Lyra (PSD), houve uma reorganização administrativa pautada por coragem e determinação.
Apoio – O PT oficializa hoje (28) seu apoio a João Campos (PSB), pré-candidato ao Governo de Pernambuco. O anúncio da cúpula estadual está marcada para às 11h, no Teatro Beberibe, no Centro de Convenções. A formalização deve marcar uma nova fase no arranjo para o pleito eleitoral deste ano.
Reciclagem – Durante entrevista à Rádio Cultura, o pré-candidato ao Senado, Anderson Ferreira (PL), afirmou que o partido passa por uma “faxina ética”, ao comentar a saída recente de alguns políticos da legenda, e declarou que aqueles que realmente têm identidade com a direita permanecerão no PL.
Imposição – Na mesma entrevista, Anderson Ferreira afirmou que não “brigou para ser senador”, em referência à disputa pela Casa Alta nas principais chapas do estado. Segundo ele, sua pré-candidatura foi resultado de uma convocação e não de imposição ou articulação pessoal.
Fonte: Blog Cenário.



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