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João Campos bate o martelo, consolida chapa e mostra força na corrida pelo Governo de Pernambuco

  • Brito
  • há 8 horas
  • 3 min de leitura

O prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, decidiu antecipar o jogo e entrou de vez na disputa pelo Governo de Pernambuco em 2026 com uma demonstração clara de força política: bateu o martelo sobre sua chapa majoritária e encerrou uma das maiores novelas dos bastidores recentes.


Nesta quinta-feira (19), João deve oficializar Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT) como candidatos ao Senado, além de Carlos Costa, irmão do ministro Silvio Costa Filho, como vice.


A decisão não apenas define nomes, mas redesenha o tabuleiro político do estado.A construção dessa chapa não foi simples. Pelo contrário, foi resultado de uma articulação intensa que envolveu Brasília, lideranças nacionais e um delicado equilíbrio entre forças locais.


João precisou administrar uma disputa interna altamente competitiva pelas vagas ao Senado, que contava com nomes como Miguel Coelho, Eduardo da Fonte, além do próprio grupo dos Costa e da já consolidada pré-candidatura de Marília.


Ao optar por Marília e Humberto, João faz um movimento estratégico em duas frentes. Primeiro, garante a presença do PT na chapa majoritária, fortalecendo a ligação direta com o presidente Lula e o eleitorado lulista em Pernambuco.


Segundo, incorpora uma candidatura competitiva como a de Marília, que já demonstrou densidade eleitoral em disputas anteriores e vinha pressionando o cenário ao se colocar como pré-candidata ao Senado.


A escolha de Carlos Costa para vice também não é aleatória. Ela sinaliza uma composição com o Republicanos e aproxima João do grupo do ministro Silvio Costa Filho, ampliando o arco de alianças e dialogando com setores mais ao centro — movimento considerado essencial numa eleição estadual polarizada.


Outro ponto central da estratégia de João Campos foi a antecipação. Ao fechar a chapa antes dos adversários, o prefeito ocupa espaço político, reduz incertezas e evita que disputas internas se prolonguem, o que poderia fragilizar sua candidatura.


Nos bastidores, a informação é de que ele já vinha conduzindo essas tratativas diretamente com lideranças nacionais, inclusive buscando alinhamento com o PT para evitar ruídos.Com isso, João também encerra de vez as especulações que dominavam o cenário político pernambucano nas últimas semanas.


A disputa pelas vagas era intensa e aberta, mas agora tem definição clara: há uma chapa montada, com nomes escolhidos e estratégia desenhada.No pano de fundo, o movimento reforça o posicionamento de João Campos como principal adversário da governadora Raquel Lyra na eleição de 2026.


Mais do que isso, mostra um político que, mesmo jovem, demonstra capacidade de articulação nacional e habilidade para unificar diferentes correntes em torno de um projeto comum.Ao bater o martelo, João não apenas escolheu seus pré-candidatos, ele deu um recado: entrou para disputar, e com um time competitivo.


Gestão modelo - “Vou trabalhar por João Campos, para que ele leve para Pernambuco o modelo de administração que ele implantou na prefeitura do Recife. Através de investimentos e obras estruturantes. Tenho certeza que ele será um grande governador e estou pronta e preparada para trabalhar por ele”. A fala é da ex-prefeita de Surubim, Ana Célia, que teve o nome cotado para a disputa por uma vaga de deputada federal na eleição deste ano.


Em Recife - “Para me achar tem que ser aqui, no gabinete do deputado João Paulo Costa. Fiz uma promessa a João Paulo de que iria ajudá-lo nessa campanha, por isso estou mais em Recife do que em Vertentes”. A fala é do vice-prefeito de Vertentes, Igor Miranda, que na manhã desta quarta concedeu entrevista a Rede Pernambuco de Rádios.


Distante - Igor garantiu que se mantém aliado do prefeito Israel Ferreira, dizendo, inclusive que “Vertentes está em boas mãos”. No entanto, sua ausência em atos e eventos da gestão municipal tem chamado a atenção. “Sempre torci para dar certo, para Vertentes prosperar, tanto quando era oposição, quanto agora, que sou situacionista. Sigo torcendo pelo bem da cidade”, falou.


Harmonia - O primeiro secretário da Assembleia Legislativa, Francismar Pontes, disse em entrevista a Coluna que a Casa vive dias de tranquilidade e harmonia. “Temos uma sintonia direta com todos os deputados da Assembleia e uma relação muito forte com os servidores e os terceirizados da Casa. Primamos pela organização administrativa e sintonia política. Apesar de todas as dificuldades podemos sim, dizer que vivemos em harmonia e em meio a uma energia boa”.

 

Fonte : Blog do Alberes Xavier.

 
 
 

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