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Fenômeno das urnas, Gleide Ângelo reforça o PP de Eduardo da Fonte

  • Brito
  • há 23 horas
  • 3 min de leitura

A mudança de partido da deputada estadual Gleide Ângelo, anunciada nesta quinta-feira (12), pode provocar efeitos relevantes no equilíbrio político da Assembleia Legislativa de Pernambuco. Ao deixar o Partido Socialista Brasileiro e se filiar ao União Progressista, a parlamentar leva consigo um dos ativos eleitorais mais fortes da política pernambucana.


Eleita em 2018 com 412.636 votos, Gleide se tornou a deputada estadual mais votada da história de Pernambuco, um recorde alcançado logo em sua primeira disputa eleitoral. O número impressionou não apenas pelo volume, mas também pela distância para os demais candidatos, consolidando-a como fenômeno eleitoral naquele pleito.


Quatro anos depois, em 2022, a votação caiu para 118.869 votos, mas ainda assim manteve a delegada entre os nomes mais competitivos da disputa estadual. A força eleitoral da parlamentar foi decisiva para ampliar a bancada socialista na Assembleia Legislativa de Pernambuco, funcionando como uma típica “puxadora de votos” — figura que ajuda o partido a alcançar o quociente eleitoral e garantir mais cadeiras.Esse papel ajuda a explicar por que sua saída representa uma perda política relevante para o PSB. Mesmo com quadros experientes na Alepe, o partido hoje não possui um nome com capacidade comprovada de repetir votações tão expressivas.A trajetória de Gleide também ajuda a entender sua força eleitoral.


Antes de entrar na política, ela ganhou notoriedade como delegada da Polícia Civil, atuando em investigações de grande repercussão e na defesa de políticas voltadas à proteção das mulheres vítimas de violência. Essa visibilidade pública acabou se convertendo em capital político nas urnas.


Ao migrar para o União Progressista, a deputada pode alterar o tabuleiro interno da Alepe. Caso mantenha um desempenho eleitoral competitivo, a parlamentar tende a fortalecer a nova legenda e, ao mesmo tempo, reduzir o peso do PSB na próxima legislatura.


Mais do que uma simples troca partidária, a movimentação indica que a disputa por espaço na Assembleia em 2026 começa a se reorganizar — e que nomes com forte densidade eleitoral continuam sendo peças-chave no jogo político pernambucano.


Princípios - “Eu não fecho possiblidade alguma para poder atingir as metas que foram dadas pelo presidente Waldemar da Costa Neto e Flávio Bolsonaro. Eles querem o PL com bancadas fortes, tanto na Câmara quanto no Senado. Vamos construir com um bom diálogo, mas sem abrir mão dos nossos princípios”. A fala é do presidente do PL, Anderson Ferreira, quando perguntado sobre a possibilidade de ser companheiro de chapa da ex-deputada Marília Arraes na disputa pelo Senado.


Politica do bem - Anderson revelou a Coluna que dedicou sua agenda nesta quinta-feira a visitas e municípios que fazem parte da sua base política. “Estou visitando meus amigos, fazendo a politica do bem, a politica de unir pessoas, a política do PL, o maior e único partido de direita de Pernambuco”, falou ele, que é pré-candidato ao Senado Federal.


Não existe ainda - Em entrevista ao programa ‘Cidade em Foco’ o deputado federal Mendonça Filho frisou que a tão propalada Federação União Progressista ainda não existe de fato. “Formalmente ainda não existe a federação. O que eu posso dizer é que a federação foi anunciada, formalizada, mas ainda não foi efetivada, porque ela só pode ser efetiva depois que for aprovada no âmbito do Tribunal Superior Eleitoral”, falou ele.


Especulação - O prefeito do Recife, João Campos, resolveu se pronunciar sobre a suposta formação da chapa que o acompanhará na disputa eleitoral deste ano. “Não tem nada montado, não tem nome definido. Isso está muito claro. Qualquer tipo de especulação é especulação da política. Agora não há afirmação. Então eu estou afirmando que não há”, disse o socialista.


Quem eu quero não me quer... - A fala de João foi uma resposta a declaração do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, que nesta quinta, em Recife, afirmou que João ‘rifou’ o nome de Marília Arraes, pré-candidata ao Senado, ao supostamente ‘fechar sua chapa’. “Como a gente pode ficar com quem não quer ficar com a gente?”, disse Lupi. Marília deverá assinar sua ficha de filiação ao PDT até o final deste mês.


Fonte: Blog do Alberes Xavier.

 
 
 

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