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Entorno de Bolsonaro teme prisão do ex-presidente

Brito
6 de jul. de 2024
1 min de leitura


A conclusão da Policia Federal (PF) no inquérito das joias sauditas levou Jair Bolsonaro ao seu segundo indiciamento. O primeiro foi emmarço, no inquérito que investiga fraude no cartão de vacinas.


A defesa ainda não teve acesso aos autos entregues pela PF ao Supremo Tribunal Federal nesta sexta-feira (5). O entorno do ex-presidente, no entanto, reconhece que os crimes apontados são graves.


O caso ainda está sob sigilo. Mas já se sabe que a PF imputou a Bolsonaro pelo menos três crimes: organização criminosa (5 a 10 anos de reclusão), lavagem de dinheiro (3 a 10 anos de reclusão) e peculato (2 a 12 anos de reclusão).


Bolsonaristas ouvidos pela CNN insistem a tese de “perseguição”. Por isso, um pedido de prisão não surpreenderia.


Ao mesmo tempo, esses mesmos aliados enxergam que o ex-presidente tem certa blindagem pela popularidade que possui. E isso impediria o que chamam de “decisões açodadas”.


Diante do cenário, independentemente do que venha a ocorres, a orientação do bolsonarismo é manter o foco nas eleições municipais de olho em 2026.


Uma fonte cita como exemplo o caso do próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que foi da condição de preso à presidente da República. “Tudo pode acontecer”, argumentou.


Fonte: Blog da CNN.

 
 
 

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Brito

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