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Eduardo e Miguel travam verdadeira batalha para disputar o Senado

  • Brito
  • há 3 minutos
  • 2 min de leitura

A governadora Raquel Lyra (PSD) esteve reunida no último sábado com o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) que pleiteia uma vaga ao Senado em sua chapa. O encontro ocorreu após o ultimato dado pela gestora para que o PP e o União Brasil decidissem quem seria o nome da federação.


Raquel não esconde de ninguém o desejo de que seja Miguel Coelho, presidente do União Brasil e ex-prefeito de Petrolina. No entanto, o seu desejo esbarra justamente na parte do PP da federação que é maioria e que já decidiu que deseja ver Eduardo da Fonte concorrendo e não Miguel. A escolha foi feita por unanimidade (Já que o União Brasil não votou) dos votos do comando da federação.


É legítimo o desejo de Raquel de ter uma preferência sobre um nome. Mas, ela esbarra justamente em um forte muro de proteção, um verdadeiro paredão, que quer que a escolha da federação por Eduardo da Fonte seja mantida. Ao deixar que o comando nacional da federação escolha o nome que possa fechar sua chapa, Raquel coloca a batata quente nas mãos dos dois principais nomes: Eduardo da Fonte e Miguel Coelho.


Isso porque Antonio Rueda que comanda a federação quer Miguel e Ciro Nogueira que divide o comando quer Eduarda da Fonte. E que seja feita a escolha por lá, e que venha só o nome para o anúncio. 


Não quer

Bem diferente da última segunda-feira quando disse que toparia entrar na disputa com os dois nomes da federação concorrendo, ainda que um de forma avulsa, Eduardo da Fonte disse no sábado a Raquel que não aceita mais. Quer a federação concorrendo com apenas um nome.


Miguel vai

Já o pré-candidato do União Brasil, Miguel Coelho, ainda está disposto e muito disposto a encarar o desafio de concorrer de forma avulsa. A nacional é quem vai encerrar essa disputa interna.


Disputa

O fato é que quem vencer essa disputa e lograr êxito na campanha pelo Senado tem grandes chances de se tornar o comandante da federação nas campanhas municipais de 2028. Assim, seja Miguel ou Eduardo da Fonte terão um peso muito grande nas cidades pernambucanas. E sabe-se que em 2030 teremos novamente uma disputa pelo Governo onde qualquer um pode disputar o Palácio do Campo das Princesas em um cenário de Raquel reeleita ou até mesmo em um cenário com João Campos eleito.


Na suplência

Com a proximidade das convenções partidárias, os possíveis nomes para ocupar a suplência dos pré-candidatos a senadores começam a fazer parte do zum zum zum da política. É o caso do deputado federal Luciano Bivar (MDB) que não vai disputar um novo mandato e buscar emplacar a suplência do senador Humberto Costa. Outro nome lembrado é de André Teixeira (PSD) para ocupar a suplência de um dos indicados na chapa da governadora Raquel Lyra.


Apoios

O pré-candidato a governador João Campos (PSB) segue intensificando sua agenda nesta reta final de pré-campanha. João recebeu o apoio do ex-prefeito de Orocó, Dedi, que vai montar seu palanque na cidade.


Fonte : Blog do Silvinho.

 
 
 

Brito

São Lourenço da Mata - PE

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