Banco do Nordeste encerra 2024 em alta, graças a gestão de Paulo Câmara

Reerguer, reconstruir uma instituição que estava a beira da falência, devido a forma como a mesma foi gerida nos últimos anos. Essa era a principal missão do pernambucano Paulo Câmara, quando em março de 2023 assumiu a presidência do Banco do Nordeste do Brasil (BNB).
Paulo acabara de encerrar um exitoso ciclo como governador de Pernambuco e teria, dali em diante, a responsabilidade de devolver ao BNB o papel de protagonista que a instituição sempre teve, até a passagem de Jair Bolsonaro pela presidência da república. Sob o comando de Bolsonaro o banco mingou, suas ações praticamente sumiram e a instituição por pouco não entra em colapso total.
Com determinação, afinco e muito empenho, Paulo usou de toda a sua habilidade e conhecimento para fazer jus a missão dada pelo presidente Lula, que não esconde de ninguém sua admiração pelo ex-governador pernambucano. "Eu tive a sorte de ter a disposição dele de aceitar o convite de presidir o BNB e posso dizer que você é motivo de orgulho para as pessoas que trabalham ao seu lado", disse o presidente, sobre Paulo.
“O BNB é o banco do microcrédito e das micro e pequenas empresas, mas é também a instituição financeira que apoia os grandes projetos estruturadores da Região Nordeste”, disse o jovem e competente presidente do BNB, Paulo Câmara.
Audiência pública - Acontecerá na próxima quarta-feira, dia 11, no auditório Ênio Guerra, na Assembleia Legislativa uma audiência pública onde será discutido o ‘intervalo bíblico’ em escolas públicas de Pernambuco. O evento começará às dez da manhã é uma propositura do deputado estadual Joel da Harpa, do PL.
Interiorizando - Em entrevista a Rede Pernambuco de Rádios o presidente da Empetur, Eduardo Loyo, disse que uma das prioridades da governadora Raquel Lyra para 2025 é investir em todos os aeroportos do estado, não apenas no existente na RMR. Segundo ele, a medida garantirá a interiorização de investimentos, uma das principais bandeiras do atual governo do estado.
Despejo - Com um rombo superior a R$ 2 bilhões em seus cofres até setembro deste ano, os Correios correm risco de despejo em ao menos 200 imóveis alugados pela estatal. A informação foi repassada à diretoria da empresa em 30 de outubro de 2024, no ofício regular 53228685/2024.
Fonte: Blog do Alberes Xavier.



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