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A força da polarização

  • Brito
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

A campanha política em Pernambuco está polarizada entre a governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD) e o candidato João Campos (PSB). Os demais candidatos, estão patinando e mal conseguem se segurarem em pé. 


Ainda mais agora em um cenário que já não é mais de empate técnico e sim de uma vantagem numérica em favor de Raquel é que a polarização fica ainda mais forte e latente.


Isso em meio a uma campanha que está totalmente voltada em sua maioria para às redes sociais, mas que ficou pautada em um folheto apócrifo desde o fim de semana contra a governadora Raquel Lyra e agora também como apareceu em filmagens ontem, contra o candidato João Campos.


Pernambuco ainda vai vivenciar mais trinta dias de campanha que já está com cara de segundo turno, já que dificilmente algum outro nome surge com força para impedir que Raquel ou João vençam a eleição já no primeiro turno.


Muito pelo contrário. O que pesquisas da semana passada estão indicando é que em cada dez eleitores que decidem o voto para governador, Raquel ou João ficam com 90% da preferência. 


O lado é esse

O candidato João Campos (PSB) foi o que melhor descreveu o atual momento da política pernambucana: tem o nosso lado e o lado da nossa adversária. No mesmo discurso, o candidato socialista disse que o seu grupo sabe fazer mais que o da atual gestora. 


Segundo plano

Para se ter ideia de como o cenário atual da política pernambucana está movimentado entre Raquel e João, é muito baixo a parcela do eleitorado que falam sobre Lula ou Bolsonaro. Por aqui, o norte da campanha passa a ser a figura dos dois principais candidatos, ficando em segundo plano a  polarização nacional.


Debate

O G1 realizou ontem o primeiro debate com os cinco principais candidatos a senador por Pernambuco. Participaram: Marília Arraes, Humberto Costa, Eduardo da Fonte, Mendonça Filho, Túlio Gadelha e Paulo Rubem Santiago. Durante o debate, muitas troca de farpas entre os candidatos que não poderiam perder a oportunidade de se apresentar ao eleitorado espectador. 


Assuntos

Durante o debate, candidatos ao Senado falaram sobre assuntos como responsabilidade fiscal, democracia, tentativa de golpe de 8 de janeiro e teve até lembrança do impeachment da ex-presidente Dilma, ocorrido em 2016.


Frustrou

No entanto, apesar de bastante louvável a intenção de reunir candidatos ao Senado, o horário do debate terminou não beneficiando as pessoas. Em pleno dia útil, um debate às 14 horas, fica praticamente inviável. Bem diferente se o mesmo viesse a ser realizado a noite.


Fonte : Blog do Silvinho.


 
 
 

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Brito

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