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A direita sem palanque em Pernambuco

  • Brito
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Ao contrário do que ocorre em outros estados, a direita ainda não conseguiu apresentar um nome competitivo para a disputa do governo de Pernambuco. Até agora, não existe uma liderança clara capaz de unificar o campo conservador e construir um projeto viável para enfrentar a polarização já instalada entre os grupos que orbitam o presidente Lula e as forças locais consolidadas.


A situação se torna ainda mais delicada diante da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Filiado ao PL, partido que deveria liderar essa construção no estado, o presidenciável corre o risco de enfrentar a campanha sem um palanque estruturado em Pernambuco, justamente um dos principais redutos eleitorais do lulismo no Nordeste.


Nos bastidores, a avaliação é de que falta estratégia e coordenação política da direita no estado. A ausência de um candidato forte ao governo poderá prejudicar as chapas proporcionais do PL, partido do presidenciável e com maior identificação junto ao eleitorado conservador.


NOVO – A prova dessa ausência é que o eleitorado bolsonarista ainda não sabe em quem depositar sua intenção de voto. O Novo, de Eduardo Moura, surge como uma opção momentânea, haja vista que ele será candidato a deputado federal.


REAÇÃO – O vereador Chico Kiko (PSB) acionou a Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara do Recife e pediu a cassação do mandato do vereador Eduardo Moura (Novo), acusando o colega de quebra de decoro após o gesto de “chifrinhos” feito durante sessão plenária. O parlamentar também ingressou com ação judicial por injúria e difamação. Eduardo Moura reconheceu o gesto e pediu desculpas, afirmando que a reação ocorreu em meio a uma discussão no plenário.


FRASE DO DIA: “Só sairei da UFPE se for para ser candidato a governador”, disse o reitor da Universidade Federal de Pernambuco, Alfredo Gomes.


SEM PLANO B – No Ponto de Encontro, que vai ao ar no próximo domingo, o reitor da UFPE e pré-candidato ao governo, Alfredo Gomes, descartou disputar mandato de deputado: “Não tem plano B”.


DEFINIÇÃO EM BREVE – Em entrevista ao programa Ponto de Encontro, Ivan Moraes (PSOL) afirmou que a federação terá nova reunião, nos próximos dias, para definir o nome ao governo. Segundo ele, o primeiro encontro, antes do Carnaval, não apresentou nomes impostos e considerou legítima a indicação do reitor como opção no debate interno.


OLINDA – A coletiva de balanço do Carnaval de Olinda expôs mais do que números: revelou o despreparo da equipe da Prefeitura até para apresentar os resultados da principal festa da cidade. Sem consistência e com falhas básicas, a apresentação reforçou a percepção de desorganização que marcou o Festejo de Momo neste ano.


PINGA-FOGO: Ainda há tempo para a direita apresentar um nome competitivo em Pernambuco?


Fonte : Blog do Elielson.

 
 
 

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Brito

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